Uma equipa de contabilidade que trabalha em modo de antecipação.
Estamos em Coimbra desde 2004 e acompanhamos empresas em todo o país. O que nos define não é a dimensão — é a forma como olhamos para o trabalho: preparar antes, em vez de responder depois.
Porque existimos.
A contabilidade tornou-se, para muitas empresas, um serviço que só se nota quando corre mal. Achamos que é ao contrário: deve ser o sítio onde se percebe o negócio.
A esmagadora maioria dos empresários portugueses contrata um contabilista por três motivos: para cumprir as obrigações legais, para pagar apenas o imposto devido e para ter alguém a quem ligar quando surge um problema.
São motivos legítimos. Mas param no mínimo. Quando o trabalho se limita a lançar documentos e a entregar declarações, a informação que sai da contabilidade chega tarde e serve para justificar decisões que já foram tomadas.
O nosso ponto de partida é o oposto. Se a informação existe, deve chegar a tempo de influenciar a decisão. E se um prazo é conhecido com meses de antecedência, não faz sentido que apanhe alguém desprevenido.
É isto que chamamos Compliance Proativo: monitorizar obrigações, sinalizar o que se aproxima e transformar dados em informação que se percebe — sem ser preciso pedir.
Missão e visão, sem literatura.
Duas frases que usamos internamente para decidir quando há dúvida.
Prestar um serviço de qualidade, ajustado às necessidades de cada empresa, mantendo uma relação próxima que crie confiança.
Ser reconhecida por oferecer qualidade, confiança e disponibilidade — e por isso distinguir-se das outras empresas do setor.
Como trabalhamos com quem nos contrata.
Quatro compromissos que estão escritos antes de começarmos e que não mudam a meio.
Sabe o que está incluído
O âmbito fica definido por escrito na proposta. Se aparecer trabalho fora do âmbito, é orçamentado antes de ser feito.
Sabe com quem fala
Tem um interlocutor identificado, não uma caixa de correio geral. Respondemos em menos de um dia útil.
Sabe o que aí vem
Os prazos são monitorizados por nós e sinalizados com antecedência, não no dia em que terminam.
Sai quando quiser
Não há contratos de fidelização. A relação mantém-se porque faz sentido, não porque está presa.
Setores que conhecemos por dentro.
Cada setor tem as suas regras próprias — inversão do sujeito passivo, regimes de margem, tributação autónoma, obrigações específicas. Estes são aqueles onde temos histórico.
Tecnologia, SaaS e startups
Investimento, incentivos e reporting a investidores.
Construção e imobiliário
Inversão do sujeito passivo e obra a obra.
Indústria
Inventários, custeio e imobilizado.
Transportes e TVDE
Internacional, IVA intracomunitário e plataformas.
Clínicas e farmácia
Isenções, regimes mistos e pessoal.
Restauração e hotelaria
Taxas distintas, gorjetas e sazonalidade.
Comércio por grosso e retalho
Margens, stocks e postos de abastecimento.
Profissionais liberais
Advogados, médicos, engenheiros, tradutores e consultores.
Conhecer a Finse leva meia hora.
A primeira reunião serve para perceber o seu negócio e dizer-lhe com franqueza se somos o parceiro certo — incluindo quando achamos que não.
Marcar reunião →Procuramos gente que goste de explicar.
Contabilistas e técnicos que saibam falar com empresários sem se esconder atrás do vocabulário. Envie-nos o seu percurso, mesmo sem vaga aberta.
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